<?xml version="1.0"?>
<oembed><version>1.0</version><provider_name>Kohnen &amp; Krag Advogados</provider_name><provider_url>https://www.kohnen-krag.de/pt</provider_url><author_name>Miguel Krag</author_name><author_url>https://www.kohnen-krag.de/pt/author/krag/</author_url><title>Presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos a descendentes - Kohnen &amp; Krag Advogados</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="t4oqL688X9"&gt;&lt;a href="https://www.kohnen-krag.de/pt/prestacao-de-alimentos/"&gt;Presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos a descendentes&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://www.kohnen-krag.de/pt/prestacao-de-alimentos/embed/#?secret=t4oqL688X9" width="600" height="338" title="&#x201E;Presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos a descendentes&#x201C; &#x2013; Kohnen &amp; Krag Advogados" data-secret="t4oqL688X9" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
/*! This file is auto-generated */
!function(d,l){"use strict";l.querySelector&amp;&amp;d.addEventListener&amp;&amp;"undefined"!=typeof URL&amp;&amp;(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&amp;&amp;!/[^a-zA-Z0-9]/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret="'+t.secret+'"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret="'+t.secret+'"]'),c=new RegExp("^https?:$","i"),i=0;i&lt;o.length;i++)o[i].style.display="none";for(i=0;i&lt;a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&amp;&amp;(s.removeAttribute("style"),"height"===t.message?(1e3&lt;(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r&lt;200&amp;&amp;(r=200),s.height=r):"link"===t.message&amp;&amp;(r=new URL(s.getAttribute("src")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&amp;&amp;n.host===r.host&amp;&amp;l.activeElement===s&amp;&amp;(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener("message",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener("DOMContentLoaded",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll("iframe.wp-embedded-content"),r=0;r&lt;s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute("data-secret"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+="#?secret="+t,e.setAttribute("data-secret",t)),e.contentWindow.postMessage({message:"ready",secret:t},"*")},!1)))}(window,document);
//# sourceURL=https://www.kohnen-krag.de/pt/wp-includes/js/wp-embed.min.js
&lt;/script&gt;
</html><thumbnail_url>https://www.kohnen-krag.de/pt/hamburg/prestacao-de-alimentos.jpg</thumbnail_url><thumbnail_width>630</thumbnail_width><thumbnail_height>200</thumbnail_height><description>Depois de ter descrito nos meus dois &#xFA;ltimos artigos os factos referentes ao div&#xF3;rcio e suas consequ&#xEA;ncias financeiras, quero hoje informar os leitores sobre os direitos relativos &#xE0; presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos, no caso de um div&#xF3;rcio e de uma separa&#xE7;&#xE3;o. Ter&#xE1; obviamente de se diferenciar entre os alimentos que se referem aos c&#xF4;njuges e os que dizem respeito aos filhos dos mesmos. No caso de os descendentes se encontrarem na Alemanha, a presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos ser&#xE1; regulada pelo direito alem&#xE3;o, mesmo que ambos os progenitores tenham a nacionalidade portuguesa. Consequentemente, poder&#xE1; processar-se igualmente na Alemanha o progenitor que esteja obrigado a proceder a tal presta&#xE7;&#xE3;o. Desde a reforma legislativa que entrou em vigor a 01-01-2008, o direito a alimentos dos descendentes passou a ter a primazia em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;quele que cabe ao c&#xF4;njuge. Por esta raz&#xE3;o, tratarei no artigo de hoje de esclarecer os leitores sobre a presta&#xE7;&#xE3;o de alimentos a que t&#xEA;m direito os descendentes de pais que se divorciem e se separem. Dado que os descendentes menores n&#xE3;o disp&#xF5;em geralmente de rendimentos nem de bens, os mesmos est&#xE3;o dependentes dos pais. Enquanto estes vivem juntos, os meios de subsist&#xEA;ncia dos filhos s&#xE3;o financiados pelos rendimentos comuns dos progenitores. Ap&#xF3;s a separa&#xE7;&#xE3;o dos pais, o descendente ficar&#xE1; geralmente com um deles. Este dever&#xE1; ent&#xE3;o proceder &#xE0; guarda da crian&#xE7;a. O outro progenitor ter&#xE1; de contribuir com a parte financeira. Esta parte ter&#xE1; como objectivo pagar ao descendente a alimenta&#xE7;&#xE3;o, o vestu&#xE1;rio e a renda da casa. O montante desta presta&#xE7;&#xE3;o depender&#xE1; sobretudo dos rendimentos do c&#xF4;njuge obrigado ao pagamento dos mesmos e &#xE9; regulado pela chamada tabela de D&#xFC;sseldorf. Para a determina&#xE7;&#xE3;o da import&#xE2;ncia a ser paga, conta geralmente o ordenado l&#xED;quido do progenitor. Enquanto que deste podem ser descontadas certas despesas (como, a t&#xED;tulo de exemplo, as viagens para o local de trabalho), existem outras (renda da casa, alimenta&#xE7;&#xE3;o, etc.) que n&#xE3;o t&#xEA;m qualquer influ&#xEA;ncia no c&#xE1;lculo dos alimentos a serem prestados aos descendentes. Ap&#xF3;s se ter procedido ao c&#xE1;lculo do rendimento b&#xE1;sico, poder&#xE1; consultar-se a tabela de D&#xFC;sseldorf e determinar-se qual a quantia que ter&#xE1; de ser paga. Esta depender&#xE1;, entre muitos outros factores, da idade do descendente. Ter&#xE1; ainda import&#xE2;ncia nesta quest&#xE3;o o facto de que o progenitor dever&#xE1; ficar com um rendimento que lhe permita a subsist&#xEA;ncia pr&#xF3;pria. A tabela de D&#xFC;sseldorf toma em conta tal circunst&#xE2;ncia e prescreve um montante que caber&#xE1; ao progenitor para poder subsistir. Contudo, esta import&#xE2;ncia poder&#xE1; ser reduzida pelo tribunal e, na generalidade dos casos, &#xE9; o que acontece sempre que haja o risco de n&#xE3;o serem prestados os chamados alimentos m&#xED;nimos. A t&#xED;tulo de exemplo, o caso em que o pai de uma crian&#xE7;a de quatro anos ganha 700 &#x20AC; l&#xED;quidos, ap&#xF3;s todos os descontos e trabalhando 5 dias por semana. Embora esta import&#xE2;ncia seja inferior &#xE0; que a lei prescreve para a subsist&#xEA;ncia pr&#xF3;pria, o progenitor ter&#xE1; de provar ao tribunal que tentou continuamente conseguir encontrar um novo emprego. Al&#xE9;m disso, est&#xE1; obrigado a fazer horas extraordin&#xE1;rias ou a arranjar um emprego secund&#xE1;rio para o fim de semana. Se n&#xE3;o o fizer, ter&#xE1; de pagar alimentos mensais no montante de actualmente 202 &#x20AC;, embora n&#xE3;o lhe reste o suficiente para a sua pr&#xF3;pria subsist&#xEA;ncia.</description></oembed>
